O empresário, Raimundo Catarino, afirmou que donos de postos da região da estrada do Feijão compram cargas roubadas. Ele está disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou gerente de posto que receptar o

O comerciante está disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou gerente de posto que receptar o produto
Williany Brito
O proprietário de postos de combustível Raimundo Catarino fez uma denúncia, no programa Acorda Cidade, sobre a existência de quadrilhas que praticam assaltos e roubos de caminhões, que transportam combustível, na Estrada do Feijão (BA- 052). O empresário afirmou que donos de postos compram cargas roubadas. Ele está disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou gerente de posto que receptar o produto.
- Qualquer veículo meu que seja roubado daqui para frente, estou disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou o gerente de posto que receptou esse produto. Mas, a polícia tem que ter provado que o produto roubado é meu. Só assim, pagarei para a pessoa que me der essa informação.
Segundo o empresário, é “comum” a prática de assaltos a transportes de combustíveis. Ele conta que os motoristas andam em comboio, pois “tem ocorrido casos de perseguições, quando o motorista não pára o veículo”.
Ele critica a atuação da Polícia.
O proprietário de postos de combustível Raimundo Catarino fez uma denúncia, no programa Acorda Cidade, sobre a existência de quadrilhas que praticam assaltos e roubos de caminhões, que transportam combustível, na Estrada do Feijão (BA- 052). O empresário afirmou que donos de postos compram cargas roubadas. Ele está disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou gerente de posto que receptar o produto.
- Qualquer veículo meu que seja roubado daqui para frente, estou disposto a pagar R$ 5 mil de recompensa ao frentista ou o gerente de posto que receptou esse produto. Mas, a polícia tem que ter provado que o produto roubado é meu. Só assim, pagarei para a pessoa que me der essa informação.
Segundo o empresário, é “comum” a prática de assaltos a transportes de combustíveis. Ele conta que os motoristas andam em comboio, pois “tem ocorrido casos de perseguições, quando o motorista não pára o veículo”.
Ele critica a atuação da Polícia.
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